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IFD revelou que linhas de empréstimo com garantia, business angels e capital de risco abrangem o Algarve

O NERA, em colaboração com a CCDR Algarve, o CRESC Algarve 2020, a Universidade do Algarve, e a IFD – Instituição Financeira de Desenvolvimento, S. A. promoveram no passado dia 26 de setembro em Loulé, uma sessão de trabalho sobre o Financiamento e Capitalização das PME. Consulte aqui a apresentação efectuada no evento pelo Administrador Executivo da IFD, Ricardo Luz.

Esta sessão teve como objectivo dar a conhecer e auscultar as PME da Região do Algarve sobre os Instrumentos Financeiros a disponibilizar pela IFD, cuja missão passa por conceber, estruturar e operacionalizar soluções de financiamento que permitam colmatar falhas de mercado no acesso das PME portuguesas ao financiamento.

A abertura contou com a presença do Presidente da Direção do NERA, Vítor Neto, da Vice-Reitora da Universidade do Algarve, Ana Freitas e do Vogal da Comissão Diretiva do CRESC Algarve 2020 (Programa Operacional Regional do Algarve), Efigénio Rebelo.

Recorde-se que  o Programa Operacional aprovou 8,4 milhões de investimento e4,2 milhões de euros de FEDER para instrumentos financeiros  (IF) no âmbito da Competitividade das empresas de capital/quase-capital (capital de risco e business angels) e de dívida/garantia (linhas de crédito com garantia mútua).

Os beneficiários finais dos IF devem incidir os seus investimentos nas prioridades temáticas da estratégia Regional RIS3 regional (que define 6 setores estratégicos: Turismo e lazer; Mar, pescas e aquicultura; agroalimentar e floresta; TIC e indústrias Criativas; Energias renováveis; Ciências da Vida/Saúde), mas que está aberto a outros sectores orientados para a inovação e internacionalização», salientou o Vogal Efigénio Rebelo.

O IFD é o que se designa um “banco promocional nacional”, figura que ainda não existia em Portugal, mas que em vários países já tem uma longa tradição (ex. KFW alemão, BPI francês, ICO espanhol e CDP italiano). Estas instituições financeiras trabalham em complemento aos bancos comerciais, sendo entidades grossistas, ou seja, não trabalham diretamente com as empresas (em alguns grandes países ainda têm atividade retalhista, mas em Portugal foi criado com nova legislação EU que exclui a atividade retalhista).

Para obter mais informações poderá consultar o site http://www.ifd.pt